II Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística: Focalizando Quadrinhos

Será realizado entre 19 a 21 de novembro de 2014, na Universidade Federal do Espírito Santo- Vitória-ES. O objetivo principal é a integração de pesquisadores sobre a temática histórias em quadrinhos.
O Simpósio Acadêmico, além de proporcionar visibilidade a estudos sobre o tema, tem, ainda, o propósito de promover intercâmbio de estudos, a partir de uma programação que contará com conferências, mesas redondas, sessões temáticas com comunicações individuais, minicursos, oficinas e lançamentos de livros.
Eixos Temáticos
Os interessados em apresentar trabalhos poderão submeter seus resumos, para serem apresentados na forma de comunicação individual, obedecendo a um dos eixos a seguir:
  1. Quadrinhos e Educação
  2. Quadrinhos e Gêneros Textuais
  3. Quadrinhos e História
  4. Quadrinhos e Humor
  5. Quadrinhos e Mídias Virtuais
  6. Quadrinhos e Linguagem
  7. Quadrinhos e Literatura
  8. Quadrinhos e Sociedade
  9. Quadrinhos e Política
Informações no site oficial do evento, clicando aqui!

Leitura de gibis estimula imaginação e senso crítico

Pedagogia e Quadrinhos

A leitura de histórias em quadrinhos, conhecidos nacionalmente como gibis, incentiva crianças e adultos para que o hábito se torne prática prática diária.

Este é o caso de Paulo Guilherme Mattos Edwards, 11, estudante e atleta, do estudante do curso de Letras – Língua Portuguesa Jan Santos, 20 (foto), e do estudante de engenharia Renato Costa Oliveira, 20, que são apaixonados por boas histórias e também são colecionadores de gibis.

De acordo com Bero Vidal, do Clube dos Quadrinheiros de Manaus, os gibis contribuem e sempre contribuíram para estimular o senso crítico dos leitores, fazendo com que os jovens adotassem sua leitura como hábito.

Ele lembra ainda que os gibis eram tidos como literatura proibida nos anos 1960, quando o governo americano determinou que publicações fossem ‘caçadas’. “Eles acreditavam que os quadrinhos alienavam as pessoas e que tinham conteúdo perigoso. Lembro que na minha infância era proibido ler gibis nas…

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Entre 4 Linhas, quadrinhos e o futebol.

O futebol, mais do que paixão nacional, é sinônimo de arte e de cultura em nosso país e toca milhares de pessoas todos os anos. A cada nova temporada, paixões nascem, impulsionadas por esse esporte que está presente nos corações e mentes da maioria dos brasileiros.

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Aproveitando o clima da Copa do Mundo no Brasil, vários quadrinhistas se reuniram para falar sobre futebol, com diferentes estilos narrativos, em aventuras fictícias, histórias reais, mangá, infanto-juvenil, charges e tiras.

Os traumas, as angústias, felicidades, decepções e vitórias deste esporte foram retratados pos este time: Antonio Eder (Curitiba), André Caliman (Curitiba), André Ducci (Curitiba), Ibraim Roberson (Curitiba), Tiago Recchia (Curitiba), Walkir Fernandes (Curitiba), Paixão (Curitiba), Ivan Soria (Curitiba), Lobo Limão (Curitiba), Tako X (Curitiba), Carlos Ruas (Niterói), Fabio Coala (São Paulo), Daniel Esteves (São Paulo), Franco de Rosa (São Paulo), Salvador Sanz (Buenos Aires), Joe Bennett (Bélem do Pará) e Gian Danton (Macapá).

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Todos estão reunidos no álbum Entre 4 Linhas – Quadrinhos e Futebol, que é resultado da parceria entre as editoras Quadrinhópole e ZnorT! e foi idealizado por Fabrizio Andriani, sócio da Znort! e organizador da Gibicon Curitiba, tendo como editores Leonardo Melo e Antonio Eder.

O livro conta prefácio do jornalista Sidney Gusman e posfácio de Afonso Andrade.

A edição traz ainda tiras históricas do personagem Maciota (Paulo de Paiva), publicado na Placar e com reportagem de Franco de Rosa, além de um preview exclusivo do novo filme de Marcos Jorge (diretor do filme Estômago) na forma de quadrinhos.

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Entre 4 Linhas terá lançamento oficial na Gibiteca de Curitiba, no dia 30 de maio, a partir das 19 horas, com participação de vários artistas que autografarão a obra.

Depois do lançamento, o álbum poderá ser adquirido na FanFest da FIFA em Curitiba, nos dias de jogos da Copa do Mundo, bem como em livrarias e lojas especializadas. A obra já está em pré-venda no site da Gibistore, nova loja virtual de HQs focada em autores independentes.

10256171_10203072881736347_5574330391055893930_nFonte:http://www.universohq.com/

HQs, narração de palavras e sequência de imagens.

As atividades com as histórias em quadrinhos (HQ) em sala de aula são sempre muito bem recebidas por oferecer diversão e humor no aprendizado. Este gênero textual remete a discussões e promove a leitura e o desenvolvimento de um estudo que apresenta tanto a linguagem verbal, como a não verbal. E assim, estimula o aluno a interagir e dialogar com o texto que está sendo lido.

Pensando nisso a professora Cícera Aparecida Tassoli que leciona para o quinto ano da Escola Municipal Rocha Pombo, em Ourizona, optou por relacionar as notícias do jornal “O Diário” aos desenhos, balões e histórias criativas fazendo os alunos produzirem em um formato novo para eles, as HQs.

“Faço parte do Diário na Escola há alguns anos e já participei das capacitações oferecidas pelo Programa sobre as histórias em quadrinhos. Isso me ajudou na hora de montar a atividade, pois eu precisava trabalhar sobre a “dengue”, um problema que tem afetado o município, mas queria fazer algo diferente”, conta Cícera.

Primeiro a professora separou exemplares que continham matérias sobre a temática escolhida para a criação dos trabalhos. Em seguida os estudantes tiveram acesso aos jornais selecionados para que através da leitura das notícias eles pudessem retirar argumentos e construir o enredo das historinhas.

“Eu adoro ler gibis, e montar quadrinhos com personagens que eu mesma criei é muito legal! O texto é a parte mais difícil, principalmente porque esta é a minha primeira produção”, comenta a aluna do 5º ano “B”, Maria Clara Costa Calvo.

“Utilizamos as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica nos momentos de leitura em sala, pois são conhecidas pelo público infantil e oportunizam trabalhar diferentes conteúdos. Como os personagens também são crianças os alunos se identificam com eles e sentem prazer na hora de ler”, ressalva a coordenadora Izabel Cristina Pessutti.

Vale salientar que o estudo deste gênero facilita a discussão de assuntos que envolvam, por exemplo, problemas sociais. Pois as histórias em quadrinhos retratam estes temas em uma perspectiva pedagógica e dinâmica. “As crianças gostam da HQ e encaram a produção como um momento de lazer no qual podem usar a imaginação”, fala Cícera.

Autores apontam que os quadrinhos tem caráter lúdico e muitos os consideram uma forma de arte. Além de entreter, estes são significativos no processo de ensino-aprendizagem dos mais diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e até idiomas estrangeiros. A professora ressalta que o lúdico é essencial na vida cotidiana do indivíduo, “devemos educar as crianças sempre proporcionando momentos de interação uma com as outras, e nessa proposta a HQ facilita o trabalho.”

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Estudante de SP cria versão em quadrinhos de episódios históricos.

Uma estudante de São Paulo transforma acontecimentos históricos em quadrinhos. Letícia Rossi dos Santos, de 19 anos, já criou 21 desenhos de diferentes períodos da história mundial, que vão desde episódios da Idade Média até a Moderna. O próximo desenho será sobre os processos de unificação da Itália e da Alemanha.

“Sempre desenhei livremente, como hobby, só em 2012 fiz um curso básico de desenho por um mês. Com os quadrinhos, o objetivo era ajudar os alunos de alguma forma, porque as pessoas acham história uma disciplina chata. A ideia era fazer um resumo mais
divertido”, diz.

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A jovem criou um blog batizado de  “História em Quadrinhos” e uma página no Facebook para divulgar o trabalho e se surpreendeu ao receber o pedido de professores para usar os desenhos em suas aulas. “Comecei pensando nos alunos, acho que eles poderiam se interessar mais pelas aulas, mas acabou ajudando até os professores, algo que eu nem esperava.”

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Letícia concluiu o ensino médio no Colégio Etapa, em São Paulo, em 2012, e começou a  estudar ciências da computação na Universidade de São Paulo(USP) neste ano. Agora, planeja se mudar para os Estados Unidos, onde tem a possibilidade de mesclar os estudos de artes e computação gráfica. A brasileira foi admitida na Amhersy School e está na lista de espera das universidades de Columbia e Chicago.

Fonte: g1.globo.com