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FIQ Jovem:curso de formação de quadrinistas

O Festival Internacional de Quadrinhos estará desenvolvendo o FIQ Jovem,  um curso gratuito de formação de quadrinistas. O curso foca na produção de quadrinhos, sendo assim, metade da carga horária do curso é voltada para a produção em sala de aula. A turma é reduzida e cada aula é ministrada por dois professores para que os alunos possam ser atendidos individualmente.

O curso é voltado para pessoas que já tenham alguma relação com a criação de histórias em quadrinhos, mas que ainda não sejam profissionais da área. Temos como meta a criação, produção e finalização de uma hq completa durante o período do curso. Os alunos acompanharão e participarão de cada etapa desse processo, tornando-se assim capazes de avançarem em seus projetos de forma independente a partir de então.

O curso acontecerá de 11 de Junho a 10 de Dezembro de 2016, ao sábados, de 8h às 14h. Na segunda metade do curso, em momentos específicos de produção, algumas aulas terão duração de 8hs. Ao longo do curso serão feitos tembém 8 encontros com quadrinistas de todo o país para conversarem sobre seus processos com os alunos e com o público em geral. Esses encontros extras acontecerão uma vez por mês sempre às terças-feiras.

O corpo docente é formado por quadrinistas experientes e que atuam na área, tanto no mercado nacional quanto internacional, tendo publicado em diversos meios.

Condições para inscrição:

Ter no mínimo, obrigatoriamente, 14 anos. (na hora da matrícula será requisitada a presença dos pais para os menores de 18 anos)

Ter no máximo, preferencialmente, 25 anos.

Ser residente em Belo Horizonte ou Região Metropolitana

Ter disponibilidade para participação em pelo 70% das aulas.

Preencher corretamente o formulário de inscrição.

Serão oferecidas 25 vagas para o curso. Haverá um processo seletivo baseado nos portfólios e na relação dos interessados com os quadrinhos. Os selecionados serão informados por email até o dia 6 de junho.

Ficha de Inscrição: AQUI!

Fonte: FIQ

Histórias em quadrinhos ajudam crianças com mielomeningocele

Um projeto de extensão universitária do curso de enfermagem da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu (SP) mudou a forma como as crianças, diagnosticadas com mielomeningocele, encaram a doença que exige muitos cuidados. Os pequenos leem as histórias em quadrinhos e passam a ter uma História ensina sobre doença e cateterismo (Foto: Reprodução / TV TEM)visão bem diferente da história.

“Além de ter a história da doença aqui, também explica porque ele tem que fazer o cateterismo intermitente. Ele pode mostrar para as outras pessoas a necessidade de realizar esse procedimento. Isso vai ajudar muito, é uma maneira simples, clara e lúdica”, explica a enfermeira Maria Virginia.

Um dos sintomas da doença é que o cérebro e a bexiga não se comunicam, então a criança precisa urinar, mas não tem vontade. Por isso precisa usar sonda de quatro a cinco vezes por dia para esvaziar a bexiga.  Uma rotina difícil, mas que o pessoal do Hospital das Clínicas deu um jeitinho de facilitar. Eles criaram uma história em quadrinhos em que o personagem, o Juca, é portador da mielomeningocele e viaja por dentro do aparelho urinário. Nas ilustrações ele mostra que o uso da sonda não deve ser um problema para a criançada […]

Leia Mais: G1

Exposição conta história dos quadrinhos curitibanos através de seus personagens

A cronologia das histórias em quadrinhos da cidade por meio de seus personagens está na exposição “Fabulosa Galeria de Personagens dos Quadrinhos de Curitiba”, que abre nesta sexta-feira (4), às 19h, na Sala Lápis do Museu da Gravura, no Solar do Barão. Com curadoria de Fulvio Pacheco, a mostra em formato de álbum de figurinhas tem entrada gratuita e fica em cartaz até o dia 1º de maio.Exposição quadrinhos curitibanos - Loira Fantasma

A galeria inicia com o Chico Fumaça de 1926 de autoria de Alceu Chichorro, passando por personagens como o Homem Relâmpago, do Poty Lazarotto; Maria Erótica, de Claudio Seto; Smilinguido, da Marcia D´Haese; Marcozinho, do Tako X; Loira Fantasma, do Fulvio Pacheco; Curitibinha, do Marcos Vaz; Amely, da Pryscila Vieira; Barão do Serro Azul, do Marcelo Lopez; Malu, do José Aguiar e vários outros, totalizando 65 personagens.De acordo com Pacheco, a exposição pretende mostrar que existe uma cronologia de quadrinhos consistente em Curitiba e de considerável volume. ”

A tradição da cidade quanto aos quadrinhos é conhecida em todo país, com méritos como a Grafipar, editora responsável pela maior produção de quadrinhos vista fora do eixo Rio-São Paulo, a primeira Gibiteca do Brasil e a Gibicon”, lembra Pacheco.Exposição quadrinhos curitibanos - O Gralha

A ideia do álbum surgiu com a Monografia “A História da Gibiteca e dos Quadrinhos
em Curitiba” editada em 2006 por Fulvio como trabalho de conclusão de curso da Faculdade de Artes do Paraná. O artigo está à disposição para consulta na Gibiteca de Curitiba.

Serviço:
Exposição “Fabulosa Galeria de Personagens dos Quadrinhos de Curitiba”
Local: Sala Lápis, Museu da Gravura da Cidade de Curitiba – Solar do Barão
Data e horário: Abertura dia 4 de março de 2016 (sexta-feira), às 19h. Visitação: 5 de março a 1º de maio, das 9h às 12h e 14h às 18h (terça a sexta-feira) e das 12h às 18h (sábado e domingo)
Entrada gratuita

Fonte: Paraná Online

Pesquisa concluída: A utilização da arte sequencial e suas múltiplas linguagens pelos professores: uma ferramenta de ensino da língua portuguesa nas séries iniciais

“com imensa alegria recebo a divulgação de meu trabalho pelo Observatório de Histórias em Quadrinhos da USPMuito obrigado a todos que ajudaram de uma forma ou de outra para que esta pesquisa fosse realizada” – Marcio Garcia.

 A pesquisa foi desenvolvida como Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia da Escola de Educação e Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, por Marcio Roberto da Silva Garcia, sob orientação da Profa. Fabiane Lopes de Oliveira.
O trabalho buscou promover a formação de professores no que tange à Arte Sequencial/Histórias em Quadrinhos e seu uso em sala de aula nas séries iniciais do ensino fundamental, bem como propor estratégias de uso das múltiplas linguagens encontradas na Arte Sequencial/Histórias em Quadrinhos. Em sua problematização, apresenta o seguinte questionamento: as linguagens e as estratégias utilizadas pelos professores para diversificar o ensino da Língua Portuguesa nas séries iniciais, como a Arte Sequencial/Histórias em Quadrinhos são utilizadas em sala de aula?
Como objetivos gerais e específicos, buscou identificar os aspectos da linguagem da Arte Sequencial/Histórias em Quadrinhos que estão sendo utilizados nas disciplinas de Língua Portuguesa nas séries iniciais do ensino fundamental pelos professores. Para este propósito, a abordagem metodológica foi  a abordagem qualitativa e como instrumentos foram utilizados a pesquisa bibliográfica, a observação participativa e o estudo de caso sobre o uso da Arte Sequencial e suas múltiplas linguagens no ensino da Língua Portuguesa.
O trabalho contou com o aporte teórico sobre a linguagem das Histórias em Quadrinhos , buscando seus benefícios para o processo de ensino-aprendizagem. O estudo desenvolvido no trabalho contou com a fundamentação teórica dos seguintes autores: Eisner (2012/2013); Freire (2006/2012); Morin (2012/2013/2014); Ramos (2012a/2012) Vergueiro e Rama (2012). Por meio da pesquisa, foi possível observar que as Histórias em Quadrinhos são uma estratégia envolvente para obter bons resultados no Ensino da Língua Portugesa, visto como um recurso pedagógico, esta ferramenta pode contribuir para aquisição de novos conhecimentos e de incentivo a leitura.
Interessados em conhecer o texto completo podem entrar em contato diretamente com o autor.
Prof. Dr. Waldomiro Vergueiro

José Aguiar lança webcomic sobre a infância no Brasil

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O quadrinhista José Aguiar estreará um novo projeto que contará a jornada pelas diferentes formas de ser criança através de cinco séculos de História do Brasil.
Trata-se de uma webcomic chamada A infância do Brasil, em que o autor lança seu olhar sobre o passado, para refletir sobre nosso presente. Por meio de uma história em quadrinhos, dividida em seis capítulos, ele leva o leitor a uma viagem pela História do Brasil para descobrir o passado da fase de maior importância na vida de todos: a infância.
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Aqui, ela é retratada por intermédio de momentos pontuais na vida de crianças brasileiras durante os mais de 500 anos, desde o início da colonização do País até os dias atuais. Propõe uma viagem reflexiva sobre a história de um país ainda em processo de amadurecimento, sob a perspectiva humana.
A história poderá ser lida em uma versão comentada. O site apresentará ainda material extra, como textos sobre o contexto histórico que cada capítulo aborda, além de estudos e depoimentos do autor sobre seu processo de criação.
“O formato digital oferece formas de interatividade que seriam difíceis de agregar à história em outro suporte. Por meio deles, posso partilhar mais informação do que aquela visível na primeira leitura da obra. O leitor pode ter acesso às pesquisas, fontes bibliográficas, enfim, ao mundo em que mergulhei para criar essa grande saga sobre a infância”, explica Aguiar.

Paul Gravett: “Não é mais possível ignorar os quadrinhos no ambiente acadêmico”

Entrevista de Paul Gravett para o site Vitralizado, antes de sua vinda ao Brasil para a 3as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos da USP realizada no mês passado (agosto) de 2015.Gravett4

Autor de livros como  Manga: 60 Years of Japanese Comics (2004) e 1001 Comics You Must Read Before You Die (2011), além de editar Violent Cases de Neil Gaiman e Dave McKean.

Leia a entrevista na íntegra do site vitralizado

Vale a pena ler também o artigo ” Learning to read from comics: comics as gateway to literacy” onde Paul Gravett faz um panorama dos estudos realizados sobre os uso das Histórias em Quadrinhos para a alfabetização, entrevistando professores da cidade de Londres.

Ariano Suassuna em Histórias em Quadrinhos

A obra “Ariano Suassuna em Quadrinhos”, escrita por Bruno Gaudêncio e ilustrada por Megaron Xavier, conta os principais episódios da vida do escritor paraibano, e traz ainda mais uma aventura do mascote da Energisa, Zé da Luz, apresentando aos amigos o projeto Nossa Energia que realiza a troca de geladeiras velhas por novas e lâmpadas incandescentes por compactas e de LED.Livro que conta a história de Ariano Suassuna em Quadrinhos é voltado para público infanto-juvenil (Foto: Reprodução)

A sessão de lançamento será comandada pela Trupe Alecrim e terá como mestres de cerimônia os personagens Chicó e João Grilo, do Auto da Compadecida. No lançamento ainda acontecerão uma roda de contação de história e brincadeiras com as crianças.

Este é o quinto volume da coleção Primeira Leitura, um projeto do Balcão de Livros Energisa, em parceria com a Editora Patmos. A coleção Primeira Leitura é uma iniciativa da editora paraibana Patmos, com o apoio do Balcão de Livros Energisa, voltada ao público que está se iniciando no caminho do saber, com informações sobre a vida e obra de paraibanos que construíram ou constroem o universo da nossa terra e da nossa gente.

O volume inicial, lançado em novembro/14, é dedicado ao poeta sapeense Augusto dos Anjos, apontado como o paraibano do século XX. Foram retratados também José Lins do Rego, Pedro Américo e Epitácio Pessoa. Os próximos títulos a serem publicados serão sobre João Pessoa e José Américo de Almeida, respectivamente. Toda a coleção vai estar disponível nos 224 pontos do Balcão de Livros Energisa, projeto de incentivo a leitura mantido pela Energisa desde 2012.

Fonte: Adaptad0 (G1)

Livros infantis baseados nas histórias clássicas da Turma da Mônica.

Companhia das Letras, publicará uma coleção de livros ilustrados, baseados nas Histórias em Quadrinhos da Turma da Mônica.
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Nesta coleção serão  publicados as histórias clássicas, escritas e desenhadas por  Mauricio de Sousa, adaptadas para a literatura infantil e desenhadas por outros artistas brasileiros.
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A primeira história anunciada será  “Mônica é daltônica?”(originalmente publicada em maio de 1970 na edição nº1 pela Editora Abril), que terá as ilustrações de  Odilon Moraes.

O lançamento está previsto para Agosto deste ano.

Faz sentido levar Charlie Brown a sério?

Ensaio escrito pelo escritor Umberto Eco publicado originalmente no jornal The New York Times, traduzido por Rogério W. Galindo para o Jornal Gazeta do Povo.

Cinquenta anos atrás escrevi um livro em que, entre outras coisas, analisava tirinhas como “Peanuts”, “Krazy Kat” e até “Superman”. Um crítico do livro – intitulado “Apocalípticos e Integrados” – reclamou que usei técnicas literárias de alta cultura para analisar fenômenos de baixa cultura. Essas técnicas eram mais adequadas para assuntos mais importantes, ele escreveu, de nariz empinado.

O crítico expressou o temor de que Platão e Elvis Presley logo fossem vistos como dignos de igual consideração. E então ele fez uma previsão: “Não sei se existe algum risco de isso acontecer”, ele escreveu. “Mas, se acontecesse, em poucos anos a maior parte dos intelectuais italianos vai estar produzindo filmes, canções e tirinhas (…) enquanto jovens professores universitários vão estar analisando o fenômeno da cultura de massa”.

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Que oráculo ele foi. Já na época em que ele escrevia, no início dos anos 1960, Italo Calvino e Franco Fortini estavam escrevendo canções, e Pier Paolo Pasolini e Alain Robbe-Grillet estavam fazendo filmes. Nos anos 70, certas universidades na Itália estavam oferecendo cursos sobre comunicação de massa.

Mas talvez nem esse crítico pudesse jamais imaginar que neste março as pessoas estariam celebrando o 50.° aniversário do nascimento da “Linus”, a gloriosa revista italiana dedicada principalmente a histórias em quadrinhos, na universidade estadual de Milão.

Cofundada e editada durante muitos anos por Giovanni Gandini, a “Linus” veio à luz pela primeira vez na histórica livraria Milano Libri. A revista publicava tirinhas norte-americanas, entre elas “Peanuts”, “Pogo”, “Ferdinando” e “Dick Tracy”, ao lado de textos que falavam sobre o espírito de 1968 e outras questões. Mais tarde, a “Linus” publicou histórias em quadrinhos de artistas italianos como Guido Crepax e Hugo Pratt.

Ampliando o legado da Linus, a Rizzoli-Lizard recentemente publicou “Linus: A História de uma Revolução Nascida da Graça”, de Paolo Interdonato, que reconstitui a história da revista e do ambiente milanês, ao mesmo tempo em que rastreia a influência da “Linus” em pelo menos uma geração de fãs de revistas em quadrinhos.

Mas vamos recuar por um momento. Como foi que Gandini e seus amigos vieram a gostar das histórias em quadrinhos norte-americanas no início dos anos 60, apesar de ninguém na Itália publicá-las na época? Na banca de jornais Algani, na Piazza dela Scala, em Milão, eu me lembro de ver revistas em quadrinhos americanas, mas normalmente eram histórias como “Superman” e “O Pato Donald”, da Disney. Claro, Giandini podia ter ido aos EUA e encontrado as revistas na fonte. Ou talvez as tivesse encontrado nas mãos dos primeiros libertadores americanos – que foi exatamente o que aconteceu comigo.

Mas mesmo antes de a guerra acabar, uma pequena revista apareceu em Roma em 1945 com o nome de “Robinson”. Ela publicava “Dick Tracy”, “Ferdinando”, “Terry e os Piratas”, de Milton Caniff, e “Agente Secreto X-9”, entre outras. A revista não durou muito e seu tema era novo demais para agradar crianças ou adultos (embora os adultos nessa época não lessem quadrinhos de qualquer maneira).

Mesmo assim, é totalmente possível que tenha sido nas páginas que Gandini, aos 16 anos, tenha descoberto essas histórias em quadrinhos proibidas pela primeira vez, assim como eu descobri aos 13. Mas nunca saberemos. Gandini morreu, e hoje em dia é muito difícil achar exemplares da “Robinson” (agora muito caros) em livrarias.

Aquele crítico esnobe não tinha como prever que um dia não só estaríamos estudando a linguagem e a história cultural dos quadrinhos mas também fazendo sua arqueologia e colecionando as revistas.

Meio século mais tarde, fazia sentido levar Charlie Brown a sério? Certamente eu achava que sim. Encontrei Charles M. Schulz, o criador de Charlie Brown, apenas uma vez – em um bar em Paris pouco antes de ele morrer em 2000. Ele me agradeceu por um prefácio que eu tinha escrito para seu primeiro livro de “Peanuts” publicado em italiano, que a revista “The New York Review of Books” republicou 20 anos depois.

O que Schulz me perguntou quase imediatamente? Ele queria saber o que eu pensava sobre Jesus Cristo. Não me lembro da minha resposta – provavelmente porque ela não era especialmente digna de nota – mas naquele momento me convenci de que Schulz não só desenhava adoráveis personagens de quadrinhos. Ele era também um poeta com questionamentos filosóficos.

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Fonte: Gazeta do Povo.

Estudante quer banir graphic novels de faculdade dos Estados Unidos.

Achei a notícia tão absurda que resolvi repassar aqui no blog:

Por Samir Naliato

“Até parece que voltamos a 1954, quando o psiquiatra alemão Fredric Wertham lançou o livroSeduction of the Innocent (leia review aqui) e causou furor no mercado dFun_Homee quadrinhos nos Estados Unidos, com efeitos devastadores na indústria.

Em pleno ano de 2015, conteúdos de graphic novelscausaram espanto à aluna Tara Shultz, de 20 anos, e seus pais, que agora querem que esses materiais sejam banidos da biblioteca do Crafton Hills College(Yucaipa, Califórnia), onde ela faz curso de inglês (similar ao curso de Letras, no Brasil). Dentre os álbuns citados por ela, estão Sandman – A Casa de Bonecas, Y – O Último Homem, Persépolis e Fun Home.

De acordo com a aluna, essas histórias seriam muito violentas e pornográficas, mesmo com algumas delas sendo autobiográficas. Ou seja, ocorrem na realidade, mas, ao serem transportadas para a mídia, se tornam obscenas.

“Eu não espPersepolisCompletoerava abrir esses livros e ver esse tipo de material gráfico. Eu esperava Batman e Robin, não pornografia”, disse ela. “Gostaria que esses livros fossem erradicados do sistema. Não quero que sejam mais usados para ensinar. Não quero que outras pessoas tenham que ler este lixo.”

A leitura foi feita como exercício de classe, passado pelo professor Ryan Bartlett, cuja matéria, English 250, se dedica justamente ao estudo de graphic novels como mídia viável de literatura, e inclui análise de obras e discussões em classe.”

Leia Notícia completa no Universo HQ