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Coletânea dos primeiros quadrinhos brasileiros está disponível na livraria do Senado

Segundo o site do Senado Federal será disponibilizado para venda a coletânea de Quadrinhos “As Aventuras do Nhô-Quim” criadas por Ângelo Agostini.

Organizado pelo especialista em quadrinhos Athos Eichler Cardoso, a obra faz parte de um trabalho de restauração digital da Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado.

A coletânea dos primeiros quadrinhos brasileiros de Ângelo Agostini está disponível por 30 reais no site da livraria do Senado.

 

Acervo tem 74 mil livros, dos quais 70% são de Mangás.

A maior biblioteca de livros em japonês no Brasil, localizada em uma colônia em São Miguel Arcanjo (SP), possui um acervo gigante de mangás, as histórias em quadrinhos japonesas. A biblioteca não é limitada apenas a títulos de heróis de luta: há desde histórias cômicas a eróticas. Dos 74 mil livros da coleção, 70% ou 51,8 mil são mangás, segundo o administrador da biblioteca Katsuharo Ochi. “Eles são os mais procurados pela população da colônia e também por outros moradores da região que estudam a língua japonesa e alugam”, afirma.

Fachada da Biblioteca dos Jovens do Pinhal, em São Miguel Arcanjo. Foto: Caio Gomes Silveira / G1

Ele diz ainda que o estilo é procurado por crianças, jovens e adultos. “A preferência é pelas histórias de luta, os poucos livros eróticos ‘nunca’ são alugados”, conta Ochi. O acervo da biblioteca de São Miguel Arcanjo é três vezes maior, por exemplo, que o da Fundação Japão em São Paulo (SP), cidade onde vivem 326 mil japoneses e descendentes, segundo o Centro de Estudos Nipo-Brasileiro. A biblioteca da entidade conta com 21 mil exemplares, de acordo com a administração do local.

Biblioteca é aberta ao público e funciona apenas aos sábados. Foto: Caio Gomes Silveira / G1

Obras diversas

Mas além da grande quantidade de mangás, a biblioteca de São Miguel Arcanjo conta com obras de diversos temas: artes, arquitetura, culinária, religião, biografias, além dos romances policiais e clássicos, como “Pinóquio” e “Bambi”. A quantia de livros é tanta que alguns exemplares ficam estocados em caixas ao lado de prateleiras. “São muitos livros, grande parte antigos. A quantia é tão grande que não conhecemos a maioria”, diz Ochi.

O espaço de 650 metros quadrados fica na colônia japonesa do Bairro Pinhal, zona rural deSão Miguel Arcanjo, e foi construído em 1985. Ele funciona apenas aos sábados e é aberto à população. “Na época em que montaram a biblioteca, a colônia recebeu um contêiner carregado de livros que veio do Japão por meio de um navio. Desde então foram comprados poucos exemplares para a biblioteca”, relembra o administrador.

“Assistir à televisão é mais fácil, mas não podemos esquecer de nossa língua, por isso, mantemos esse local”
Katsuharo Ochi, administrador da biblioteca

Dos 74 mil livros, cerca de 70% são mangás, afirma administrador. Foto: Caio Gomes Silveira / G1

Chama a atenção dos visitantes a diferença entre os alfabetos japonês e romano, utilizado na Língua Portuguesa. Outro fato curioso é o modo como os livros são confeccionados. Ao invés da leitura ocidental da esquerda para a direita, os orientais leem da direita para a esquerda. “Há muitas diferenças para a leitura das palavras orientais e ocidentais. Costumo dizer que aprender a falar japonês não é difícil, mas aprender a ler e escrever, sim. Para japoneses assistirem televisão é mais fácil, mas não podemos esquecer de nossa língua, por isso, mantemos esse local”, reflete.

Fonte: adaptado

Gibis estimulam alunos de Cmei a tomar gosto pela leitura

Entre os exemplos de aplicação, estão a análise de textos e ampliação do vocabulário. Com isso, o jovem leitor passa a se familiarizar com os momentos decisivos.

Gibitecas foram instaladas nos Centros Municipais de Educação Infantil

Já foi o tempo em que as revistas em quadrinhos eram proibidas em sala de aula. Agora, os gibis ganharam significado pedagógico e são uma excelente opção para incentivar a leitura entre aqueles que estão entrando no mundo das letras. A começar pelos personagens que, por si só, são atraentes para a garotada.

Assim, os alunos e professores dos 49 Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) comemoram a chegada das “Gibitecas Turma da Mônica”, recentemente adquiridas pela Secretaria Municipal de Educação (Seme).

“As histórias em quadrinhos ou gibis são revistas que unem o texto à imagem, criando uma sequência de quadros que acompanham o desenvolvimento do texto. Podem ser utilizadas como um dos recursos para a aquisição da linguagem escrita e da leitura nas crianças atendidas na educação infantil, constituindo-se em vivências prazerosas no desenvolvimento curricular”, disse a secretária municipal de Educação, Adriana Sperandio.

Aprender brincando

“Além de incentivar o hábito da leitura, a união da linguagem gráfica com a escrita ainda ajuda na assimilação de temas diversos, aumentando a capacidade de análise, interpretação e reflexão das crianças”, argumentou a gerente de Educação Infantil da Seme, Ana Paula Holzmeister.

Entre os exemplos de aplicação, estão a análise de textos e ampliação do vocabulário. Com isso, o jovem leitor passa a se familiarizar com os momentos decisivos e personagens que marcaram a história do Brasil e, ainda, recebe informações sobre meio ambiente, mudanças de paisagens e clima.

Literarte

O Cmei Valdívia da Penha Antunes Rodrigues, que fica em Santos Dumont, possui o projeto de leitura “Literarte – Literatura e Arte em Toda Parte” e comemora a chegada da Gibiteca. “O formato favorece a interação e a autonomia entre as crianças, uma vez que elas têm livre acesso à estante”, disse a diretora do Cmei, Patrícia Massaria Loureiro.

Ela completou: “O desafio é garantir às crianças uma aprendizagem significativa, realmente voltada para o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo. O objetivo do nosso projeto é fazer com que a leitura seja fonte de descobertas, desperte emoções, estimule a criatividade e incentive a criticidade, com vistas à construção da identidade”.

Gibiteca Turma da Mônica
A série “Saiba mais com a Turma da Mônica” nasceu da intenção de levar educação e cidadania ao ambiente escolar, por meio da leitura descontraída encontrada nas histórias em quadrinhos. A partir dessa proposta, o projeto pretende estimular o aprendizado e o conhecimento dos temas fundamentais, objetivando formação de qualidade e apropriação da informação com o auxílio da linguagem inovadora presente nas histórias em quadrinhos.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/03/gibis-estimulam-alunos-de-cmei-a-tomar-gosto-pela-leitura.html

Lançamento da revista PAÇOCABUM! em Curitiba

Zine Brasil - Quadrinhos Nacionais e Super Heróis Brasileiros

Na próxima Sexta, dia 28 de novembro, acontecerá o lançamento da revista PAÇOCABUM! que reúne trabalhos dos alunos da Oficina de Quadrinhos Autorais ministrada por José Aguiar (Nada com Coisa Alguma) no Sesc Paço da Liberdade. Quadrinista e artistas responsaveis pela produção da Revista estarão presentes entregando as cópias das edições gratuitamente  no evento, que acontece na abertura da exposição aMoSTRA14! A partir das 18h tem show da Banda Labrador em frente ao Paço e às 19h será a abertura da exposição.

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A publicaçao reúne projetos dos alunos: Natan Caricaturista, Edson Kohatsu, Luri Koh, Davi Alexandre de Souza, Fabbio Fratt, Cenilson Rodrigies, Gustavo Stella,
Ricardo Salvador Ramalho, Izaías Marques e Leonardo Higashi
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Para outras informações acesse o evento no Facebook clicando aqui.

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:: Aproveita…

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Projeto em História em Quadrinhos discute o aumento de casos de Bullying nas escolas

De autoria de Kleber Santos e Paco Steinberg a HQ conta a história do personagem Gabriel, um garoto que resolve lutar contra o bullying que sofre dentro da escola. E, graças à sua iniciativa, o garoto consegue indiretamente imobilizar a escola contra esse mal social.

A obra mostra apenas uma das maneiras de pais, professores e alunos lidarem com o problema, mas a partir da identificação com o personagem, as crianças podem escolher qual caminho seguir.

O projeto foi criado com o propósito de ser distribuído gratuitamente nas escolas.

Interessados entrem em contato na Pagina do projeto “FORA BULLYING” no Facebook https://www.facebook.com/pages/Fora-bullying/551611654967589?sk=info10560575_551613484967406_2159599981554210786_o

Marvel Comics usa capas para campanha anti-bullying

Marvel Comics divulgou que lançará em outubro uma série de capas alternativas que farão parte de uma campanha anti-bullying, sincronizada com outras iniciativas nacionais para prevenir esse tipo de problema nas escolas.

Os títulos cujas capas temáticas estão ligadas à campanha são: Rocket Raccoon # 4, Guardians of the Galaxy # 20, Avengers # 36, Inhuman # 7, Hulk # 7, Captain America # 25 eLegendary Star-Lord # 4.

Nos Estados Unidos, a primeira segunda-feira do mês de outubro – que marca o retorno dos alunos á escola após as férias de verão, no hemisfério Norte – foi transformada no Dia da Camisa Azul, um símbolo de solidariedade relacionado à prevenção do bullying.

Axel Alonso, editor-chefe da Marvel Comics, ressaltou que o bullying é um elemento ligado à origem de diversos super-heróis, basta lembrar da relação entre Peter Parker e Flash Thompson, nas histórias do Homem-Aranha das décadas de 1960 e 1970.

Fonte: Universo HQ -Sérgio Codespoti

Ex-aluno de Design Gráfico da PUCPR lança álbum de quadrinhos sobre lendas de Curitiba.

Curitiba tem muita história pra contar. Com esse lema é que Walki​r Fernandes, formado em design gráfico pela PUCPR, em conjunto com seus sócios Antonio Eder e Carol Sakura, criaram “Bocas Malditas – Curitiba e suas histórias de gelar o sangue”.

O álbum de quadrinhos narra as mais famosas e curiosas lendas urbanas da nossa cidade. As histórias ganharam beleza nas mãos de mais de 30 artistas curitibanos, ilustradores, designers e roteiristas, dentro os quais contamos com alunos e ex-alunos de Design da PUCPR, como Giuliano Bulara e Carlos Iubel. Outra participante é Rafaela Lech, aluna do oitavo período do curso de design gráfico da PUCPR. Rafaela idealizou o projeto gráfico e o design de títulos da publicação.

O lançamento ocorrerá na Gibicon, que este ano será no MUMA – Museu Municipal de Arte, no dia 05/09 a partir das 19h30. Os participantes estarão autografando os álbuns no stande da Quadrinhopole.

 

Lançamento acontece nesta sexta-feira, na Gibicon

Fonte: PUCPR

 

Alunos do TECPUC lançam Fanzine na Gibicon nº2

Aconteceu neste final de semana em Curitiba a Gibicon nº2 que reuniu mais de 20 mil pessoas nos quatro dias de evento. 

Entre os convidados estavam os internacionais como David Loyd (V de Vingança), Kim Jung Gi, Eduardo Risso (100 Balas), e artistas nacionais também como Fábio Moon, Will Conrad, José Aguiar entre outros.

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A convite do quadrinista Antônio Eder ( O Gralha, Cidade Sorriso dos mortos-vivos), os alunos do Ensino Médio Técnico, Ricardo Zen, Leonardo Higashi e João Basso estiveram lançando o terceiro volume da revista Café Impresso, além de poder vender a revista, tiveram a oportunidade de ter contato com artistas de todo Brasil, trocando experiências, participando de oficinas e palestras.

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Neil Gaiman: Por que nosso futuro depende de bibliotecas, de leitura e de sonhar acordado

Index-a-Dora

Uma palestra que explica porque usar nossas imaginações e providenciar para que outros utilizem as suas, é uma obrigação de todos os cidadãos

pelo The Guardian, em 15/10/2013

Neil Gaiman “Temos a obrigação de imaginar…” Neil Gaiman dá uma palestra anual à Reading Agency sobre o futuro da leitura e das bibliotecas. Fotografia: Robyn Mayes.

É importante para as pessoas dizerem de que lado elas estão e porque, e se elas podem ou não ser tendenciosas. Um tipo de declaração de interesse dos membros. Então eu estarei conversando com vocês sobre leitura. Direi à vocês que as bibliotecas são importantes. Vou sugerir que ler ficção, que ler por prazer, é uma das coisas mais importantes que alguém pode fazer. Vou fazer um apelo apaixonado para que as pessoas entendam o que as bibliotecas e os bibliotecários são e para que preservem ambos.

E eu sou óbvia e enormemente tendencioso: eu sou…

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Leitura de gibis estimula imaginação e senso crítico

Pedagogia e Quadrinhos

A leitura de histórias em quadrinhos, conhecidos nacionalmente como gibis, incentiva crianças e adultos para que o hábito se torne prática prática diária.

Este é o caso de Paulo Guilherme Mattos Edwards, 11, estudante e atleta, do estudante do curso de Letras – Língua Portuguesa Jan Santos, 20 (foto), e do estudante de engenharia Renato Costa Oliveira, 20, que são apaixonados por boas histórias e também são colecionadores de gibis.

De acordo com Bero Vidal, do Clube dos Quadrinheiros de Manaus, os gibis contribuem e sempre contribuíram para estimular o senso crítico dos leitores, fazendo com que os jovens adotassem sua leitura como hábito.

Ele lembra ainda que os gibis eram tidos como literatura proibida nos anos 1960, quando o governo americano determinou que publicações fossem ‘caçadas’. “Eles acreditavam que os quadrinhos alienavam as pessoas e que tinham conteúdo perigoso. Lembro que na minha infância era proibido ler gibis nas…

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